Há 7 anos, Cyndi Lauper era homenageada no Billboard Women in Music Awards
No evento, nomes como as cantoras Ariana Grande, Kacey Musgraves, Janelle Monaé, Lauren Jauregui, Alicia Keys, Ellie Goulding e muitas outras estiveram por lá, além de convidadas de outras áreas, como a top Ashley Graham.
Cyndi Lauper, musa da música desde os anos 80, que, no auge de seus 65 anos, usou um decotão "explosivo" e o cabelão ondulado e volumoso platinadíssimo.
Cyndi Lauper recebeu o prêmio Ícone no Billboard Women in Music Awards de 2018.Durante a cerimônia, ela falou sobre seu compromisso de longa data com a inclusão e a sororidade na música.
Após uma interpretação emocionante de “Time After Time” por Tituss Burgess no evento, Cyndi Lauper começou agradecendo a Dua Lipa, que lhe entregou o prêmio, dizendo que ela "estaria aqui um dia". Ela também agradeceu à Billboard, destacando: "Tenho trabalhado com vocês a vida toda".
Como em todos os bons discursos, Cyndi começou com uma piada. "Sempre me perguntam: 'Como é ser um ícone?' Eu não sabia como responder. Viram agora?", disse Lauper, pegando seu prêmio de Ícone das mãos de Dua. "Posso entregar isso a eles e dizer: 'Aqui, segurem isso'."
Então Lauper nos levou de volta aos anos 80. “Quando eu estava começando, eles tinham cotas de mulheres que contratavam”, ela relembrou. “Eu fiz um showcase e o cara me disse: 'Bom, temos Debbie, Patti — atingimos nossa cota de mulheres'. Era assim que as coisas eram. Acho que ainda é mais ou menos assim, mas vocês [homenageadas] estão abrindo caminho e isso é incrível. Eu sempre acreditei firmemente que a irmandade é algo poderoso… Precisamos compartilhar nossas histórias, nos manter unidas e nos apoiar mutuamente. Eu me apoio nos ombros de mulheres que vieram antes de mim, assim como vocês se apoiam nos meus, e outras virão e se apoiarão nos seus.”
Lauper também prestou homenagem à falecida Polly Anthony, a quem atribui o mérito de ter garantido que "True Colors" fosse tocada nas rádios em 1986, apesar da indiferença inicial dos DJs. Anthony mais tarde tornou-se presidente da Epic Records, cargo que ocupou de 1997 a 2003.
“A todas as mulheres, por favor, lembrem-se: não devemos ser umas contra as outras, devemos nos ajudar”, concluiu ela.
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